Cuiabá, 25 de Junho de 2024

OPINIÃO Segunda-feira, 10 de Junho de 2024, 09:48 - A | A

Segunda-feira, 10 de Junho de 2024, 09h:48 - A | A

FRANCISNEY LIBERATO

Erros de concurseiros

Muitos estudantes acabam escolhendo o método de estudo errado ao se preparar para um concurso público.

FRANCISNEY LIBERATO

É comum cometer erros ao se preparar para um concurso público. Porém, busque aprender com seus erros e com os erros alheios para evitar que isso seja um problema para você na hora da prova.

Muitos estudantes acabam escolhendo o método de estudo errado ao se preparar para um concurso público. Muitos optam por um meio de estudo só, como, por exemplo, videoaulas, ou apenas doutrinas, ou apenas leis. Porém, é importante fazer um pouco de cada para obter melhor entendimento. Vale sempre lembrar que você deve fazer testes para saber com quais técnicas assimilou melhor o conteúdo e, assim, aperfeiçoá-las.

A prova envolve muita interpretação de texto e principalmente a resolução de questões. Se você não tem o hábito de resolver questões, é muito provável se dar mal na prova, tendo em vista que não se preparou da maneira correta. Isso pode acarretar uma reprovação. Portanto, assista a aulas, leia livros e artigos, resolva questões e, principalmente, não foque em só um meio de estudo.

Outro erro muito comum é a preocupação excessiva com o tempo de estudo. Ter um tempo próprio para estudo é ótimo. Porém, todo mundo tem um limite e, muitas vezes, a pessoa extrapola esse limite achando que vai assimilar o conteúdo, forçando o cérebro a funcionar por mais tempo.

Forçar o seu cérebro faz com que sua cabeça pese e, principalmente, faz com que você não assimile o que está estudando. Estabeleça seus limites, mas pare quando seu corpo te der os sinais de que precisa descansar. É importante, também, medir o seu desempenho, pois importa mais o seu rendimento do que a quantidade de tempo que você está se dedicando aos seus estudos. Então, não esqueça, marque seu desempenho para fazer comparações futuras.

Outro erro comum ao se preparar para concursos públicos é não escolher o material necessário para estudar. Você pode escolher um material e ele não ser um bom material, ou o necessário para que você consiga a sua aprovação. Ou pode acabar trabalhando com um material muito profundo para aquele concurso público em questão, o que vai fazer com que você perca tempo quando poderia estar otimizando-o, ou pode pegar um material muito raso e não estudar o necessário para passar no seu concurso mais denso.

Faça uma análise prévia do edital do seu concurso, procure saber o que vai cair, o que caiu nas provas anteriores e até mesmo o perfil da banca examinadora, assim você vai conseguir ter uma noção maior de como planejar o seu material de estudos.

Evite digitar no notebook. Opte por escrever o conteúdo. Ao escrever, você assimila melhor o conteúdo e já está passando pelo processo da memorização. As formas mais eficazes na hora de estudar são ouvir, ver, escrever e falar. Então, evite usar o seu notebook para fazer anotações oficiais.

 

Por fim, mas não menos importante: resolva o máximo de questões que puder. Toda prova de concurso que fizer vai exigir que você resolva questões. Nada melhor que estudar a prova simulando-a. Portanto, prepare um cenário similar ao que vai encontrar no dia da prova e faça simulados, resolva provas anteriores etc.

(*) FRANCISNEY LIBERATO é Auditor do Tribunal de Contas. Escritor. Palestrante. Professor. Coach e Mentor. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa. Bacharel em Administração, Bacharel em Ciências Contábeis (CRC-MT) e Bacharel em Direito (OAB-MT). Membro da Academia Mundial de Letras. Autor dos Livros: “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência”, “A arte de ser feliz”, “Singularidade”, “Autocontrole”, “Fenomenal”, “Reinvente sua vida”, “Como passar em concursos – Vol. 1 e 2”, “Como falar em público com excelência”, “Legado”, “Liderança”, “Ansiedade”, “Mude sua vida em 50 dias Premium”, “Inteligência Emocional”, “Manual do Concurseiro”, “Sabedoria”, “Discípulos”, “Educação Financeira”, “Recordar é Viver” e “Manual de Oratória”.

 

Comente esta notícia