Uma mulher de 20 anos, e um jovem de 18 anos, presos na sexta-feira (10), por suspeita de envolvimento na morte do professor Celso Odinir Gomes, de 63 anos, foram liberados após prestarem depoimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá. A decisão foi tomada por "não haver indícios de flagrante" contra eles. Contudo, segundo a Polícia, ambos seguem sendo investigados em inquérito da DHPP.
A Justiça ainda determinou a medida cautelar de internação provisória para os adolescentes de 17 e 16 anos suspeitos de participação no assassinato e ocultação de cadáver. Os quatros foram apreendidos na sexta-feira (10), ocasião em que a Polícia encontrou o corpo de professor, que estava desaparecido há uma semana.
Após a decisão de internação ser tomada em uma audiência de custódia, os jovens foram encaminhados para o Complexo Pomeri. O processo segue sob segredo de Justiça.
O corpo do Professor Celso Gomes, 60 anos, foi localizado carbonizado na manhã de sexta-feira (10), numa área de mata, no entorno da Lagoa Trevisan, em Cuiabá. Ele estava desaparecido desde o dia 3 de abril, após sair de casa com destino a chácara no município de Santo Antônio do Leverger.
Conforme a Polícia Civil, o crime ocorreu após Celso dar carona a um adolescente na noite do dia 3 de maio, que supostamente teve como motivação o interesse em roubar o carro da vítima. Dessa forma, a principal linha de investigação no momento é a de latrocínio, roubo seguido de morte.



